Conheça as novas linhas de crédito da Caixa que financiam até 100% do seu projeto de energia solar com taxas reduzidas para pessoas físicas e empresas.
Muito provavelmente você ainda não ouviu falar sobre o “inimigo” desta semana na série de artigos sobre os principais efeitos que podem causar problemas nos módulos fotovoltaicos. Compreensível, visto que o assunto ainda é novo, e o tema de hoje então, recente e ainda sendo estudado/conhecido dos pesquisadores e fabricantes – trata-se do efeito LeTID (Light and Elevated Temperature Induced Degradation, ou degradação induzida por exposição a luz e altas temperaturas). Embora o LID seja conhecido há quase 50 anos, a variante LeTID foi descoberta em 2012, com o surgimento das células PERC.
O inversor fotovoltaico, como sabemos, é o equipamento responsável por receber a energia elétrica proveniente dos módulos fotovoltaicos e converter essa energia em corrente contínua para corrente alternada, podendo então ser utilizada nos equipamentos elétricos do local ou injetado na rede elétrica da concessionária, gerando créditos em kWh. Outra função importantíssima do inversor diz respeito ao rastreio do ponto de máxima potência do módulo (ou string de módulos) a cada instante de tempo, visto que as condições de irradiação e temperatura variam bastante ao longo do dia, impactando na produção de energia.